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sexta-feira, 11 de maio de 2018

file:///C:/Users/costa/Documents/dislexia/Cartilha_Tecnologia_Assistiva_nas_escolas_-_Recursos_basicos_de_acessibilidade_socio-digital_para_pessoal_com_deficiencia.pdf

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AVA- UFJF - TICS II


Inovação Disruptiva (Flex)
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O ensino híbrido é uma tendência inegável em nossa realidade, não só na educação mais também em outros segmentos da vida moderna. Na educação, ele nos permite mesclar o ensino presencial com o virtual e gera oportunidades de aprendizagem que só é possível com uso das tecnologias. Os alunos podem ter acesso a um aprendizado de acordo com as suas necessidades e disponibilidade, sendo o próprio aluno responsável pelo seu tempo e estudo. E, na maioria das vezes, estas aulas acontecem em período noturno, tempo disponível do aluno.
O ensino na modalidade flex é mais usado no ensino superior, pouco se fala dessa modalidade no ensino básico. É um ensino híbrido, o qual facilita a conciliação entre trabalho, estudo e vida social dos alunos; promovendo um aprendizado mais eficiente de modo personalizado.
Então a educação na modalidade Flex é interessante para aqueles alunos que deixaram de concluir os estudos ou por causa do excesso de trabalho ou pela falta de tempo, e que agora veem nesta modalidade uma chance de retomar seus estudos, amparado pela tecnologia de boa qualidade, pela flexibilidade de tempo, e por um preço acessível. Na Graduação Flex, algumas disciplinas você estuda online e outras, presencial, na unidade ou polo. O fato de o aluno fazer algumas aulas na unidade ajuda na interação  com professores e colegas, tornando o estudo mais humanizado, e as aulas online flexibiliza a gestão do tempo e estudos.
A modalidade ou Graduação Flex tem como característica a oferta de ensino de qualidade com horários mais flexíveis para pessoas que têm uma rotina corrida e tempo limitado. Nessa graduação, o aluno tem aulas presenciais de menor duração, em ambientes modernos, com infraestrutura adequada e preço acessível. A Graduação Flex une o melhor dos cursos tradicionais com a liberdade do Ensino a Distância (EAD). Além de oferecer horários flexíveis para que o aluno estude de acordo com seu tempo disponível, o preço também é mais acessível se comparado com os cursos tradicionais de graduação.
Muitos dos modelos Flex existentes hoje começaram atendendo aos estudantes que haviam abandonado os estudos e aqueles em recuperação de créditos, e frequentemente na forma de escolas-dentro-da escola que deixavam para trás a arquitetura da sala de aula tradicional. Alunos com forte apoio familiar provavelmente constituirão o mercado inicial de pessoas dentro de um sistema existente, uma vez que possuem laptop e acesso à internet, serão estudantes capazes de prosperar em ambiente onde tenham mais controle sobre tempo, lugar, caminho e ritmo de seus estudos.

Nesse modelo Flex, o aluno não é obrigado a passar nenhum tempo por atividades especificas, pois ele poderá direcionar a sua aprendizagem de acordo com as suas necessidades. Os alunos podem trabalhar individualmente ou em grupo nos computadores, podem trabalhar uma disciplina ou matéria no laboratório ou trocar experiências numa área social.
A ferramenta do mundo virtual é blackboard, referência no mundo para o ensino a distância. Hoje, o ensino a distância já é uma realidade no mundo além de ser incentivado pelo MEC
Acredito que muitos fazem cursos superiores, pós-graduações devido a este tipo e ensino que lhes permitem gerenciar seu próprio tempo e contar com o apoio de professores aptos a este tipo de ensino que é fundamental para o desenvolvimento do educando que por motivos diversos não podem estudar na modalidade presencial.
Referências bibliográficas e fontes de pesquisa.




AVA - TIC I E TICS II ATIVIDADES DE ESPECIALIZAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA



Mídias e educação
As tecnologias têm evoluído, trazendo avanços notadamente pela internet que é uma de suas ferramentas; e, com ela, as redes sociais facilitam a comunicação e estreitam as relações interpessoais, encurtando a distância entre as pessoas.
Hoje a maioria das pessoas tem acesso a internet e as redes sociais através dos variados celulares e Smartphones. Os jovens são os que mais dominam esta tecnologia, em qualquer lugar em que se vá, podemos perceber a presença de crianças, jovens e adolescentes usando os aparelhos de celulares para telefonarem ou se comunicarem através das redes sociais.
As escolas precisam acompanhar essa evolução tecnológica, pois os jovens estão preferindo essas ferramentas tecnológicas aos livros literários e pedagógicos. Os professores precisam incluir esta ferramenta, que pode ter o viés educativo, nos seus planos e planejamentos didáticos, trazendo os alunos de volta para o prazer educativo. Podem usar as redes sociais para produzir atividades criativas entre os seus alunos na sala de aula. Na maioria das escolas, os computadores nas salas de informática possuem acesso limitado na internet, são computadores, às vezes, restrito ao uso de funcionários e professores, dificultando assim o trabalho destes com seus alunos e de pesquisa discentes.
Considera-se, portanto, que os professores precisam utilizar as mídias educacionais através dos celulares e Smartphone com seus alunos. Os Smartphone modernos já vêm com recursos e softwares que ajudam os alunos com deficiência a se comunicarem, a enviar mensagem, a navegarem na internet e fazer qualquer atividade educativa, social ou de trabalho.
Os alunos cegos, surdos, autistas, com paralisia cerebral, deficiência intelectual e outras deficiências e transtornos do desenvolvimento podem aprender diversas coisas, utilizar jogos educativos para melhorar a sua qualidade educativa e desenvolver a sua autonomia.
Existem leis que proíbem o uso do celular nas escolas, como observamos nos indicadores, mesmo com todo avanço tecnológico e científico, deve-se ter uma discussão colegiada, entre pais, alunos e toda a sociedade, para rever os prós e os contra do uso do mesmo.
Sendo assim, os Projetos Políticos Pedagógicos das escolas devem contemplar o uso da tecnologia, vez que não dá para ignorar que estamos vivendo a era digital na qual pouquíssimas pessoas não têm acesso à tecnologia; ela está presente em nosso dia a dia, em todos os lugares.
De certo, a tecnologia faz-se presente dentro das escolas, mas muitas vezes não é usada adequadamente; podemos ver em algumas instituições de ensino, alunos que levam celulares, tabletes e estão quase sempre conectados às redes sociais, sem a devida orientação.
Há alunos que levam esses aparelhos para sala de aula e professores que não se importam mais com isso, pois para eles se o aluno "está calado, não está atrapalhando a aula, então está de boa", e isso não pode mais acontecer em nossas instituições de ensino; precisamos nos conectar aos nossos alunos, trazer para sala de aula o mundo digital de uma forma que os cative ao ponto de não acharem mais as aulas chatas, de terem prazer em ir para a escola.
Nota-se então a importância de se ter formação continuada dos professores, principalmente quando se trata das Tecnologias de Informação e Comunicação, dada a existência, ainda hoje, de professores que não utilizam didaticamente tais ferramentas.
Segundo Drica Guzzi (2015) é preciso entender que crianças e adolescentes entram nas redes porque querem “bater papo”, fazer novas amizades, jogar sozinhos ou com outros, postar fotografias e ver as dos amigos e dos amigos dos amigos que acham interessantes, expor suas opiniões, fazer comentários, enfim, gerar conteúdos, recolher, compartilhar e, principalmente, aprender.
Nesse sentido, se o aluno tiver esse tipo de atividade envolvendo as mais diversas tecnologias ele com certeza vai ter mais interesse nas aulas. Dividir em grupos, colocar os alunos para pesquisar na internet, ensinar primeiramente a fazerem uso da tecnologia de adequadamente.  
Há que se considerar que nossa maneira de se comunicar modificou de forma brusca e acelerada nos últimos anos, tanto pessoalmente quanto através das mídias sociais, chats e multiplataformas de mensagem de textos, mensagem de vídeo e chamadas de voz. Dentro deste turbilhão de atualizações contínuas está à escola, local que por vezes está alheio a alguns adventos da atualidade. Tal fenômeno se deve a inúmeros fatores, tais como falta de investimento, falta de consulta pública aos professores sobre as diretrizes escolares, falta de capacitação dos profissionais envolvidos no processo ensino – aprendizagem escolar dentre tantos outros tantos que renderiam outro texto.
Enfim, chegamos ao ápice da discussão, como o ambiente escolar pode se tornar um local onde as mídias sociais e multiplataformas podem ser trabalhadas se não existe estrutura física para tal, como iniciar um trabalho com uso dos aparelhos eletrônicos que os alunos possuem se existem leis específicas para porte e uso de smartphones, tablets e outros. Precisa-se se abrir as portas das escolas para os avanços e de maneira sistemática e coerente inserir tais instrumentos como as mídias sociais e multiplataformas no dia a  dia escolar como forma de construção, contribuição e desenvolvimento dos processos de ensino aprendizagem vividos no ambiente escolar. Os laços precisam ser estreitados para que haja maior interação entre os interesses dos alunos e o conteúdo programático proposto pelo professor e a partir desta construção se consiga potencializar e extrair o que há de mais útil e interessante, a fim de atender as necessidades dessa geração de alunos, com a incessável necessidade de informações e urgência em saciar as curiosidades. 
O uso de dispositivos tecnológicos é comum entre as pessoas hoje em dia, incomum seria se não utilizassem certos dispositivos tecnológicos; dentre eles, o mais comum é o uso de aparelhos celulares bem modernos, foi a época que o uso do celular se restringia ao falar, ouvir e enviar mensagem de texto com apenas poucas palavras ou caracteres. Hoje, o celular é multifuncional, e contém vários atrativos, como: MP3; câmera para imagem e vídeo; sistema operacional computacional; internet, GPS; aplicativos para jogos, redes sociais, bancos, lojas e etc. Têm casos que às vezes esquecemos nossa carteira, bolsa e chaves para trás, mas não esquecemos o celular,  levando-o para todo lugar e inclusive na sala de aula, onde tornou comum o uso entre alunos, em muitos casos se tornando uma distração que pode trazer prejuízo no aprendizado, fazendo gerar regras para o uso ou até mesmo a sua proibição.
Todavia reitera-se que o uso dessa tecnologia pode ser explorado de forma benéfica e participativa em sala de aula; um dispositivo tão inteligente e atrativo pode trazer benefícios, melhorando a participação do aluno em sala de aula mediante acesso em aplicativos educacionais; vídeos; áudios; blogs; textos; exercícios; chats de discussão da matéria e outros. As tecnologias estão se multiplicando e se tornando comum a cada dia, e devem ser aproveitadas no âmbito educacional.